Devocional: Deixe Deus, ser Deus!
“Eu ouvirei o que Deus, o Senhor, disse: Ele promete paz ao seu povo, aos seus fiéis!
Não voltem eles à insensatez!
Perto está a salvação que ele trará aos que o temem, e a sua glória habitará em nossa terra.
O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão.
A fidelidade brotará da terra, e a justiça descerá dos céus.
O Senhor nos trará bênçãos, e a nossa terra dará a sua colheita.
A justiça irá adiante dele e preparará o caminho para os seus passos.”
Salmos 85. 8-13
Muitas vezes quando leio a palavra de Deus, fico bestificada do quanto Suas promessas pra nossa vida são claras, transparentes, objetivas.
Deus não mantém conosco meias palavras, meios termos, meias promessas, a Sua palavra não deixa qualquer “válvula de escape”.
“Ele promete paz ao seu povo... Não voltem eles a insensatez!”
Quantas vezes em nosso dia a dia somos insensatos? Quantas vezes agimos por impulso, por impaciência, por não saber esperar?
Na verdade, nós sabemos esperar sim!
Mas como pessoas totalmente imediatistas que somos, vemos apenas o que está à frente de nosso próprio nariz, e sempre há um custo pra isso, não preciso nem mensurar valores, não é mesmo?
As coisas só irão dar certo, só terão um caminho de paz, quando nós assumirmos que não temos força o suficiente para sermos guiados por nós mesmos.
É de Deus, Ele é a fonte, que pode nos levar a um caminho reto. Como diz em 2 Samuel 22.33 - Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho.
Devemos nos entregar a Deus, deixar que Ele nos conduza, nos mova pra o que for de sua vontade, pois esta é boa, perfeita e agradável! Não há erro, não há sequelas, não há lágrimas. Há vida em abundância!
“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
Romanos 12:2
Devemos deixar que Deus, faça o seu papel de Senhor de nossas vidas.
Deixemos Deus, ser Deus. Só assim, iremos saborear a paz dos dias.
Por Manú Vasconcelos

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